Mto simples. A orientacao definida pelos chefes e responsaveis de religioes (nao Deus, claro, que nao existe: as pessoas!) acaba sempre na magnifica merda que sao as afirmacoes abrutalhadas por parte de alguem que so pode nao bater bem do cerebro!
E pq se um dia essas pessoas tiverem o que querem da sociedade, eu terei de nao ter algumas das coisas que quero (como um mundo magnificamente pacifico, ateu ou agnostico), entao vamos a isso, e toca a expor a estupidez da religiao no seu melhor:
E pq se um dia essas pessoas tiverem o que querem da sociedade, eu terei de nao ter algumas das coisas que quero (como um mundo magnificamente pacifico, ateu ou agnostico), entao vamos a isso, e toca a expor a estupidez da religiao no seu melhor:
O choradinho habitual
Essa figura de referência do clericalismo nacional que é João César das Neves virou-se contra a República no seu artigo de hoje:
«Por cá, a república, cujo centenário se aproxima, decretou uma sistemática perseguição religiosa na linha do ateísmo oitocentista.»
Nunca é demais repetir: quando os clericais falam em perseguição a propósito da República, isso significa que consideram que um Estado sem religião oficial é «perseguidor», que um Estado em que os sacerdotes não são pagos pelo Estado está a «perseguir a religião», que ninguém ir para a prisão por «delito de blasfémia» é «perseguir o cristianismo», que legalizar o divórcio é «perseguir» a ICAR, e que não haver religião obrigatória na escola pública é ateísmo de Estado. Na realidade, o raciocínio dos clericais é cristalino a partir do momento em que compreendemos que, para eles, Estado que não obriga os cidadãos a serem e comportarem-se como católicos está a perseguir o catolicismo. Não obrigar é perseguir.
O grande César diz-nos ainda que «olhando a cultura oficial, ninguém diria que vivemos num país cristão». Será? Se assumirmos que por «cultura oficial» se entende aquela que é promovida pelo Estado, temos: largas dezenas de templos católicos mantidos e subsidiados pelo Estado; centenas de escolas com professores de religião pagos pelo Estado; a TV pública com presença regular de um sacerdote católico no RTP1 de manhã, e com um espaço específico para as religiões da parte da tarde no TV2; transmissão das cerimónias obscurantistas de Fátima todos os dias 13 de Maio a Outubro, e de missas dos católicos todos os domingos do ano... Se isto demonstra que «as manifestações da civilização cristã são silenciadas ou distorcidas», então tremo só de pensar no que seria necessário para que o nosso amigo Neves não se dissesse «perseguido»...
retirado do Diario Ateista.
Fica mais uma vez a nota: se ha um caminho certo a seguir, de certeza que nao mete religiao ao barulho. Leitores religiosos, cuidado!
Qnt a este JCN da tanga (eu tb tremi qnd vi que o tipo quase tinha as mesmas iniciais que eu!): meu amigo (sarcasmo!), se destorcemos alguma coisa da vosssa mensagem, se calhar devia pedir aos operadores de camera para comparecerem na Igreja certa que vcs gerem. Era so o que faltava: culpar o Estado pelo conteudo da vossa propria transmissao de missa que vcs proprios fazem. Epa', Deus criou de certeza qualquer coisa: os NABOS!
Qnt a este JCN da tanga (eu tb tremi qnd vi que o tipo quase tinha as mesmas iniciais que eu!): meu amigo (sarcasmo!), se destorcemos alguma coisa da vosssa mensagem, se calhar devia pedir aos operadores de camera para comparecerem na Igreja certa que vcs gerem. Era so o que faltava: culpar o Estado pelo conteudo da vossa propria transmissao de missa que vcs proprios fazem. Epa', Deus criou de certeza qualquer coisa: os NABOS!













1 comment:
Eu acredito em porra nenhuma. Acredito apenas que sou agnóstico. Acredito se não fizermos nós próprios pela vida, não há nada nem ninguém que faça por nós.
Acredito também que a medicina e a ciência em geral, há-de estar avançada de tal maneira, que vamos deixar estas tretas de lado e começar a pensar como animais RACIONAIS!
Lembrem-se das coisas que se afirmava à não muitos anos e que foram desmistificadas pela medicina ou outra ciência qualquer...
Pois é!
Tramado!
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